A Comissão Europeia apresentou um estudo sobre o corte ilegal de árvores nos países em desenvolvimento.
O objectivo deste estudo é avaliar, pela primeira vez, os esforços globais para combater a situação nos países produtores, transformadores e consumidores de madeira, examinando a resposta e as acções praticadas nos mesmos onde ocorre o abate ilegal, tal como nos países que importam, transformam e consomem madeira cortada de forma ilegítima.
O mesmo procura ainda verificar o desenvolvimento desta situação nos últimos anos, assinalando como mudou a atenção dirigida a este problema e a resposta por parte dos governos e do sector privado.
A União Europeia tem vindo a combater o abate ilegal de árvores adoptando um Plano de Acção para a Aplicação das leis, governo e comércio florestal, de forma a assegurar apenas a entrada de madeira legal no território comunitário.
Os pilares do plano em questão são os acordos voluntários assinados pelos países, por exemplo, com o Gana, em Novembro de 2009 e com a República do Congo, em Maio de 2010, prevendo-se concretizar um futuro ajuste com os Camarões, no final deste ano, para além de decorrerem conversações com a Malásia, Indonésia, Libéria e República Centro Africana.
Por seu lado, o Parlamento Europeu aprovou um novo regulamento a adoptar pelo Conselho de Ministros da União Europeia, no qual os operadores serão obrigados a provar que a madeira e produtos derivados colocados no mercado comunitário têm origem legal.
Fonte: Agrodigital