Bem-vindo ao site da CONFAGRI
21-05-2013 07:43
Go Search
 
 

 
Primeiro-ministro abriu SISAB 

 

O primeiro-ministro e o ministro da Economia abriram ontem de manhã o Salão Internacional do Vinho, Pescado e Agro-Alimentar. Hoje é a vez da ministra da Agricultura, Assunção Cristas visitar o certame.

A iniciativa decorre no Pavilhão Atlântico, em Lisboa. Mil e duzentos importadores internacionais negoceiam entre segunda a quarta-feira com 400 produtores portugueses no Salão Internacional do Vinho, Pescado e Agro-Alimentar (SISAB).

Em declarações à agência Lusa, o director do evento, que vai na 17ª edição, destacou tratar-se da «maior feira do mundo de marcas e produtos de um só país»: «Escolhemos Portugal como o país de excelência. Nem os alemães, franceses ou espanhóis conseguiram, até hoje, fazer uma feira só de marcas e produtos de um só país e para a exportação», salientou Carlos Morais.

Exclusivamente dirigido a importadores internacionais, o SISAB orgulha-se de «só aceitar como expositores empresas, marcas e produtos portugueses», garantindo a organização que, só este ano, «já rejeitou 450 mil euros de expositores» porque «não cumpriam os requisitos impostos», desde grandes superfícies a cadeias de supermercados no estrangeiro e grandes marcas internacionais.

Mais de 1.200 importadores internacionais esperados, oriundos de 81 países, estão no Pavilhão Atlântico cerca de 400 empresas portuguesas, de 28 sectores, desde o vinho, ao pescado, conservas, azeite, água, sumos, mel, doçaria, aves, arroz, enchidos, cafés e bacalhau. «Temos tudo o que é português», resume Carlos Morais.

«Totalmente fechado» há um mês em termos de inscrições, o SISAB 2012 registou este ano «a maior adesão de sempre», com mais 86 participantes do que em 2011, tendo ficado de fora 76 expositores por falta de espaço.

Os sectores do pescado, carne e azeite foram, segundo a organização, os que maior crescimento registaram nesta edição.

Já em termos de importadores, Carlos Morais destaca o recuo no número de compradores oriundos da Europa «tradicional», largamente compensado pela crescente adesão dos países árabes, da América Latina, da Ásia e dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP).

Entre as dezenas de comitivas esperadas, o responsável destacou, pelo seu peso, as da China, Macau e Hong kong, com quase 80 pessoas; do Brasil, com 200 importadores; Moçambique, com cerca de 50 pessoas; Rússia, mais de 150 participantes; e Ucrânia, com cerca de 15 representantes.

A estes juntam-se cerca de 160 árabes oriundos de países como Marrocos, Irão, Estados Unidos, Kuwait, Dubai, Argélia, Líbia e Egipto. Angola dobra a sua participação face a 2011, com 200 importadores presentes.

Paralelamente, são diversos os países que, através dos seus respectivos importadores, tomarão pela primeira vez contacto com os produtos portugueses: Barbados, Burkina Faso, Bangladesh, Bahrain, Bielorrússia, Bermudas, Chile, Colômbia, Emiratos, Egipto, Etiópia, Guiné-Conakry, Índia, Indonésia, Jordânia, Líbano, Macedónia, Mónaco, Marrocos, Moldávia, Peru, Sérvia, Togo e Uzbequistão.

«Centrar a estratégia de crescimento de Portugal na internacionalização da economia e conferir maior dinamismo às empresas que têm contribuído para o desenvolvimento nacional» são os grandes objectivos definidos pelo SISAB Portugal 2012, que reclama o estatuto de «maior plataforma de negócios para a exportação do sector alimentar e de bebidas do país».

Fonte: Lusa


Notícias Associadas:

Seca: Ministério da Agricultura liberta 29 ME para projectos de regadio
Seca: Governo vai pedir a Bruxelas mecanismos europeus de ajuda aos agricultores
PS quer informação actualizada sobre PRODER
Açores: Governo vai lançar linha de compensação financeira para a agricultura
Espanha: Valor da importação de frutas e hortícolas reduz quatro por cento em 2011


Imprimir  Enviar a um amigo

Voltar atrás