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26-07-2017 17:40
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Conselho de Agricultura da UE debate seca, rotulagem de origem, vinho e agricultura biológica 

 

A reunião de Conselho de Ministros da Agricultura da União Europeia desta segunda e terça-feira, a primeira sob a presidência da Estónia, terá como temas centrais a seca, rotulagem de origem, vinho e agricultura biológica.

A Estónia irá apresentar o seu programa de trabalho e o Conselho fará o balanço do resultado do diálogo final tripartido sobre agricultura biológica, mantendo a troca de impressões sobre o estado de aplicação das Conclusões do Conselho de Maio de 2015, referentes à simplificação e sobre os resultados da Conferência sobre a consulta pública referente à modernização e simplificação da Política Agrícola Comum (PAC).

Os ministros serão informados por parte da Comissão sobre questões agrícolas relacionadas com o comércio e lança o discute a questão das variedades de uva de vinho e os seus sinónimos que podem incluir na rotulagem dos vinhos.

No encontro, o ministro da Agricultura Capoulas Santos e a sua homóloga espanhola, Isabel García Tejerina têm a intenção de solicitar esta segunda-feira duas medidas para travar a seca que atinge Portugal e Espanha. Uma das medidas é a autorização em aumentar até 70 por cento a antecipação das ajudas directas, o qual está fixo na normativa comunitária em até 50 por cento. É provável que esta seja permitira, tendo em conta que também em 2015 e 2016 foi autorizada devido à situação de crise no sector agrícola e pela falta de liquidez dos produtores.

A segunda medida diz respeito á autorização para uma derrogação no pagamento verde que permita aos agricultores utilizar terra que se encontram em pousio para pastagem durante o período na qual esta prática é proibida.

Por outro aldo, a Bélgica quer debater as repercussões da rotulagem obrigatório de origem francesa dos ingredientes nos produtos lácteos. A Bélgica queixa-se que desde o início da rotulagem obrigatória por parte da França na Primavera de 2016, as suas exportações destes produtos reduziram 17 por cento em comparação com o mesmo período do ano de 2015, uma redução que não se verificou noutros mercados sem esta rotulagem, como o alemão e o holandês. Assim, a administração belga quer solicitar à Comissão que realize um estudo do impacto que esta medida nacional está a ter no mercado comunitário.

Estará ainda em discussão em “Vários” o plano de acção europeu “Uma Saúde” para lutar contra a resistência aos antimicrobianos, a peste suína africana e a qualidade dupla de alguns produtos alimentares.

Fonte: Agrodigital


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