As projeções para o setor pecuário no período 2018/2026 nos Estados Unidos da América mostram um aumento para os anos em questão. Espera-se um crescimento da produção de carne de bovino, mas de forma estável e ligeira, de um por cento ao ano, o que passaria de 11,25 milhões de toneladas em 2016 para 12,6 milhões em 2026, supondo um aumento acumulado no período de 12 por cento.
Prevê-se preços menores para os produtores e um bom ritmo nas exportações e os Estados Unidos da América (EUA) mantêm a sua posição como o quarto exportador mundial, atrás da Austrália, da Índia e do Brasil.
A produção de carne de porco seria a que registaria o maior aumento, de cerca de 1,3 por cento anual. Estima-se que aumente a relação de custo das rações de engorda o que vinha incentivar o aumento do número de leitões e, em consequência, a produção. Em 2026, a produção de porcos será ligeiramente superior à de bovinos, com um crescimento da procura interna e as exportações, para além da competitividade da carne de porco dos EUA no mercado mundial.
Em relação à carne de frango e peru, o crescimento da produção será mais lento em comparação aos últimos 10 anos. Espera-se que o aumento seja inferior a um por cento, com subida de preço em resposta a uma maior procura. As exportações vão crescer em uma proporção superior na segunda metade do período devido à gripe das aves, com os EUA a manterem a sua posição como o segundo maior país exportador de carne de ave, seguido pelo Brasil.
CS
Fonte: Agrodigital