“O futuro da alimentação e da agricultura” Comunicação da CE sobre a PAC após 2020

Confagri 05 Dez 2017

 

Comunicação da Comissão ao Parlamento Europeia, ao Conselho, ao Comité Económico e Social Europeu e ao Comité das Regiões.

“O futuro da alimentação e da agricultura”

 

O setor agrícola e as zonas rurais da União Europeia são fatores importantes em termos de bem-estar e futuro da União. A agricultura da União Europeia (UE) é um dos maiores produtores mundiais de alimentos e garante a segurança alimentar de mais de 500 milhões de cidadãos europeus.

Os agricultores da UE são também os primeiros guardiões do meio natural, uma vez que cuidam os recursos naturais do solo, da água, do ar e da biodiversidade em 48 por cento do território da UE (os silvicultores mais de 36 por cento), disponibilizam sumidouros essenciais de carbono e fornecem recursos renováveis para fins industriais e energéticos, sendo destes recursos naturais que dependem diretamente.

Um grande número de postos de trabalho depende da agricultura, tanto no setor propriamente dito que garante emprego estável a 22 milhões de pessoas, como no setor alimentar, mais vasto, a agricultura, a transformação alimentar e o retalho e serviços relacionados garante cerca de 44 milhões de postos de trabalho.

As zonas rurais da UE albergam no seu conjunto 55 por cento dos cidadãos, constituindo simultaneamente importantes pilares do emprego, do lazer e do turismo.   

No entanto, nenhuma destas prestações pode ser considerada um dado adquirido. Ao contrário do que acontece na maior parte dos outros setores económico, a agricultura é fortemente afetada pela meteoróloga, é também frequentemente posta à prova pela volatilidade dos preços, catástrofes naturais, pragas e doenças, tendo como consequência o facto de, anualmente, pelo menos 20 por cento dos agricultores perderem mais de 30 por cento do seu rendimento em comparação com a média dos três últimos anos.

Ao mesmo tempo, a pressão nos recursos naturais mantém-se nitidamente, em parte como consequência de determinadas atividades agrícolas. As alterações climáticas ameaçam agravar ainda todos os problemas acima mencionados., A Política Agrícola Comum (PAC) deve, por conseguinte, promover a transição para uma agricultura mais sustentável.

A PAC permitiu o desenvolvimento do mais integrado dos mercados únicos. É graças à PAC que o setor agrícola da UE é capaz de responder às exigências dos cidadãos em matéria de proteção, segurança qualidade e sustentabilidade no setor alimentar. No entanto, ao mesmo tempo, o setor enfrenta problemas de baixa rendibilidade devido, entre outros fatores, às exigentes normas de produção da UE, aos elevados custos dos fatores de produção e à estrutura fragmentada do setor primário. O setor está agora a competir, na maioria dos setores, a preços do mercado mundial, ocupa a primeira posição em termos de diversidade e qualidade dos produtos alimentares e é responsável pelo volume de exportações agroalimentares mais elevado do globo, no valor de 131 mil milhões de euros em 2016.

Em anexo, a Comunicação da Comissão ao Parlamento Europeu, ao Conselho, ao Comité Económico e Social Europeu e ao Comité das Regiões – “O futuro da alimentação e da agricultura”.

 

Fonte: Comissão Europeia

 

 

 

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