CONFAGRI

QUEM SOMOS 

 

A FORÇA DA NOSSA AGRICULTURA 

 

  • 400 Cooperativas, 10 Federações e 1 União de Cooperativas Associadas
  • 650 mil associados em conjunto com o Crédito Agrícola
  • 3.7 mil milhões de euros em Volume de Negócios
  • 8 mil empregos gerados diretamente

 

A CONFAGRI acompanha, em conjunto com a sua estrutura associada, a evolução do setor cooperativo agrícola nacional desde 1985. 

 

Estando certos de que o setor primário é parte integrante da identidade nacional e, por isso, um elemento significativo para a esfera social e económica de Portugal, a nossa Confederação trabalha para garantir que os agricultores e as cooperativas agrícolas têm, pela frente, um cenário positivo de estabilidade, previsibilidade, rentabilidade e possibilidade de investimento para desenvolver – e expandir – a sua atividade profissional. 

 

Como tal, estamos presentes de Norte a Sul do país e sendo a estrutura de cúpula de praticamente todo o Universo Cooperativo Agrícola português, assumimos responsabilidades representativas perante as entidades governativas nacionais e europeias, apostamos na formação contínua dos agentes do setor agrícola, estabelecemos parcerias e integramos consórcios que garantem soluções sustentáveis e tecnologicamente avançadas para os nossos associados e prestamos apoio técnico e especializado aos agricultores. 

 

Orgulhosamente comprometidos com a produção nacional e com toda a nossa estrutura associada, unimo-nos para que, juntos, possamos olhar, refletir, questionar e aumentar o reconhecimento da agricultura portuguesa e europeia, em prol de um mundo rural vivo, coeso e sustentável, capaz de produzir alimentos seguros e de grande qualidade. 

 

 

O QUE DEFENDEMOS

 

A AGRICULTURA ALIMENTA A NOSSA IDENTIDADE

 

MAIS DIETA MEDITERRÂNICA

A CONFAGRI está comprometida em promover a prática deste modelo alimentar saudável que é símbolo da nossa identidade nacional. Por isso, incentivamos os nossos produtores e os municípios a nós associados a promoverem-no e a garantirem a todos os portugueses alimentos que lhes são característicos, seguros e benéficos para a sua saúde. 

 

MAIS COOPERAÇÃO

Nos últimos 40 anos de atividade, testemunhámos como o cooperativismo agrícola e a organização da produção tem trazido benefícios incontestáveis para todos os elos da cadeia agroalimentar, a começar pelo agricultor. 

Assim, a rede de cooperação que construímos – estabelecendo parcerias estratégicas entre várias entidades, produtores e retalhistas – tem criado um inabalável ecossistema de inovação e competitividade que não só garante a existência de pequenas, médias e grandes explorações, mas também a preservação da identidade social, agrícola, gastronómica e alimentar de várias regiões e, consequentemente, de Portugal inteiro. 

 

MAIS ESTABILIDADE

A agricultura portuguesa precisa de uma verdadeira estratégia que garanta não só a nossa soberania alimentar, mas também a longevidade e atratividade desta atividade. 

Assim, os Governos devem olhar para o setor agroalimentar de forma multidisciplinar, reconhecendo a sua importância estratégica para a estabilidade da economia, da sociedade, da coesão territorial e da segurança nacional. 

 

MAIS PREVISIBILIDADE

Os agricultores portugueses têm de saber com o que podem contar por parte do Estado e estar confiantes de que os seus investimentos terão retorno, não obstante os ciclos políticos. Assim, na CONFAGRI defendemos que a agricultura precisa de quadros legislativos e de ao apoio ao investimento estáveis, para que os empresários e agricultores continuem a apostar no setor. 

 

MAIS RENDIMENTO

Tão importante como garantir rendimentos justos aos agricultores, é garantir que os produtores nacionais conseguem criar valor acrescentado aos seus produtos, ganhar escala e ser competitivos nos mercados. 

Como tal, baixar os custos de produção, aumentar as verbas para investimento em tecnologia de ponta, bem como criar políticas públicas que facilitem a entrada de Portugal em novos mercados, são aspetos que defendemos e que devem merecer a atenção da esfera governativa.

 

MAIS INVESTIMENTO

Para modernizar, competir e atrair, é preciso investir. 

Só é possível que o setor agroalimentar chegue mais longe e tenha mais capacidade de produção, se for feito um investimento significativo no mundo rural português, permitindo:

  • que a nossa agricultura ganhe competitividade;
  • contrariar o défice da balança comercial;
  • e garantir a autossuficiência alimentar de Portugal. 

Como tal, acreditamos que devem ser criados mecanismos que atraiam investidores e empresários, como forma de revitalizar os nossos territórios e a nossa economia rural. 

 

MAIS CAPACITAÇÃO

A formação é um dos pilares fundamentais para o crescimento sustentável e inclusivo da agricultura portuguesa. 

Como tal, temos vindo a estabelecer parcerias que nos permitem conseguir estar presentes em todo o território nacional, promovendo formações certificadas que possibilitam transmitir boas práticas de produção a um número muito considerável de técnicos e agricultores. 

 

MAIS SUSTENTABILIDADE, INOVAÇÃO E QUALIDADE

Estamos comprometidos em procurar novas parcerias, novos mercados e novas áreas de atuação para continuar a assegurar a digitalização da agricultura e o desenvolvimento tecnológico do mundo rural português, trazendo os nossos agricultores para a vanguarda da inovação. 

Como tal, detemos um Departamento pioneiro exclusivamente dedicado a projetos europeus e nacionais de Sustentabilidade, Inovação e Qualidade, que tem por base a interdisciplinaridade, a criatividade, a ciência, a tecnologia, a inovação e a cooperação como motores para alcançar uma produção sustentável de excelência. 

 

MAIS SEGURANÇA

A agricultura é uma atividade profissional com especificidades muito próprias que, assim, determinam um modo e estilo de vida que pode estar mais propenso a certo tipo de riscos e desgastes que o regime jurídico da segurança e saúde ocupacional se dedica expressamente a prevenir. 

Os agricultores, por praticarem uma profissão altamente diferenciada com impacto crítico na alimentação do país, devem ser abrangidos pelos direitos atribuídos às profissões classificadas como de Alto Risco e Desgaste Rápido, pelo que decorre, neste momento, uma Petição Pública para esse efeito.

 

 

A NOSSA HISTÓRIA

Constituída em Outubro de 1985, com a finalidade essencial de contribuir para o crescimento e desenvolvimento equilibrado e eficaz do Sector Cooperativo e, em especial, da Agricultura Portuguesa, a “CONFAGRI – Confederação Nacional das Cooperativas Agrícolas e do Crédito Agrícola de Portugal, CCRL”, é a estrutura de cúpula de praticamente todo o Universo Cooperativo Agrícola do nosso país.

A CONFAGRI teve como membros fundadores as Federações então existentes – FENALAC (Leite), FENACAM (Crédito Agrícola) e FENADEGAS (Vinho).

Vivíamos em plena época de pré-adesão à Comunidade Económica Europeia (CEE), adesão que veio a acontecer em Janeiro do ano seguinte, data em que a CONFAGRI aderiu ao COGECA – Comité Geral da Cooperação Agrícola da Comunidade Europeia e abriu uma Representação Permanente em Bruxelas, que hoje mantém.

A CONFAGRI teve, nesses primeiros tempos de existência de se empenhar na sua organização, afirmação e ocupação de espaços, nomeadamente no que se refere à sua função representativa. Tarefa que, com o empenho, sabedoria e dedicação dos dirigentes da época, foi possível concretizar com sucesso.

A CONFAGRI nasceu sem sede própria, sem equipamentos e praticamente sem meios humanos, tendo na oportunidade a fundadora – FENACAM – papel fundamental pelas diversas facilidades e apoios dispensados.

Aderiram, posteriormente, em Abril de 1986 a FENAGRO (Compra e venda) e em Março de 1988 a FENAFRUTAS (Horto-frutícolas), ao mesmo tempo que a Confederação ocupava espaços nos diferentes órgãos de consulta a nível interno – Ministério da Agricultura e outros Ministérios – e junto das instâncias comunitárias. A CONFAGRI é então considerada Parceiro Social, como membro do Conselho Económico e Social em Portugal e do Comité Económico e Social em Bruxelas.

Correspondendo à sua crescente implantação, organização e representatividade, a partir de 1992, o Ministério da Agricultura inicia um processo de transferência de funções do Estado para as Confederações Agrícolas e suas associadas.

Os resultados quantitativos e qualitativos obtidos pela CONFAGRI neste processo, permitiram-lhe alcançar uma maior dimensão representativa, uma maior capacidade de intervenção técnico-política e um maior equilíbrio de gestão.

Com apoios comunitários, foi possível adquirir sede própria, reforçar a componente técnica e organizar e dinamizar a CONFAGRI para novos horizontes.

Tornou-se então sentida a necessidade de dar visibilidade à Confederação e daí a aposta em várias publicações para divulgação e informação, a que recentemente foi acrescido o Pavilhão de Exposições na Feira Nacional da Agricultura. Também a componente económica não foi esquecida, tendo sido possível participar no capital social de várias entidades, nomeadamente no Mercado Abastecedor do Porto, no CNEMA e na Rural Seguros.

Entretanto, verificou-se a adesão, em Dezembro de 1999, da UCADESA (Sanidade animal), em Outubro de 2000 da FENAZEITES (Azeite) e FENAFLORESTA (Produção florestal), aumentando assim a representatividade da Confederação.

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Balcão de Atendimento aos Agricultores.
Com o RURALSIMPLEX é possível junto das estruturas locais - Cooperativas Agrícolas, Caixas de Crédito Agrícola, Associações de Agricultores e outras entidades com o protocolo específico agrupadas na CONFAGRI - atender Agricultores e prestar-lhes serviços de qualidade.

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