Doze concelhos em risco máximo de incêndio

Confagri 19 Jul 2019

Fonte: tvi24.iol.pt

Doze concelhos dos distritos de Faro, Portalegre, Castelo Branco, Santarém e Guarda apresentam um risco máximo de incêndio.

Doze concelhos dos distritos de Faro, Portalegre, Castelo Branco, Santarém e Guarda apresentam hoje um risco máximo de incêndio, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

Em risco máximo de incêndio estão os concelhos de Alcoutim (Faro), Marvão, Nisa e Gavião (Portalegre), Abrantes, Mação e Sardoal (Santarém), Vila Velha de Ródão, Proença-a-Nova, Vila de Rei e Penamacor (Castelo Branco) e Sabugal (Guarda).

O IPMA colocou em risco muito elevado e elevado de incêndio vários concelhos dos 18 distritos de Portugal continental.

O risco de incêndio determinado pelo IPMA tem cinco níveis, que vão de reduzido a máximo, sendo o elevado o terceiro nível mais grave.

Os cálculos para este risco são obtidos a partir da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas últimas 24 horas.

Na sequência das condições meteorológicas, a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) divulgou na quinta-feira um aviso de aumento do risco de incêndios a partir de hoje.

De acordo com a informação disponibilizada pelo IPMA, prevê-se (…) uma subida gradual da temperatura máxima e a diminuição da humidade relativa”, refere a ANEPC em comunicado, explicando que as condições meteorológicas são favoráveis à ocorrência de incêndios.

Segundo o documento, que divulga as condições meteorológicas previstas para hoje, sábado e domingo, existe um aumento gradual do risco de incêndio com condições favoráveis à rápida propagação de incêndios.

Este risco é maior “nos concelhos com níveis que variam entre elevado a máximo” dos distritos de Beja, Bragança, Castelo Branco, Évora, faro, Guarda, Portalegre, Santarém, Setúbal, Vila Real e Viseu.

A ANEPC recorda que para os locais onde o índice de risco temporal de incêndio seja muito elevado ou máximo, não é permitida “a queima de matos cortados e amontoados, o uso de fogareiros e grelhadores em todo o espaço rural, exceto se usados fora das zonas críticas e nos locais devidamente autorizados para o efeito, o lançamento de balões com mecha acesa e de foguetes ou o fumigar ou desinfetar apiários, exceto se os fumigadores tiverem dispositivos de retenção de faúlhas”.

No documento, a ANEPC recomenda a “adequação dos comportamentos e atitudes face à situação de perigo de incêndio rural”.

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