UE reduz em sete por cento exportações de frutas e hortícolas para países terceiros no primeiro semestre

Confagri 15 Set 2017

O volume de frutas e hortícolas exportadas pela União Europeia para países terceiros, no primeiro semestre do ano, desceu sete por cento em volume e um por cento em valor, em relação ao mesmo período de 2016, totalizando 2,9 milhões de toneladas e 2.408 milhões de euros, segundo os últimos dados atualizados pela Agência Europeia de Estatísticas (EUROSTAT).

A exportação comunitária de frutas para países terceiros caiu oito por cento em volume, atingindo um total de 1,8 milhões de toneladas e o valor cresceu em um por cento, ultrapassando 1.454 milhões de euros. As principais frutas enviadas são maçã e pera com um milhão de toneladas, (-7%) e 497 milhões de euros (-6%) e os citrinos com 331.894 toneladas (-11%) e 227,1 milhões de euros (+2%).

As exportações comunitárias de hortícolas situaram-se em 1,1 milhões de toneladas, (-7%) e 953,4 milhões de euros (-3%). As maiores vendas de hortícolas para países terceiros corresponderam à cebola e alho, com 390.047 toneladas (+7%), por um valor de 145 milhões de euros, (-24%) e batatas com 361.355 toneladas (-13%) por um valor de 161,7 milhões de euros (-7%).

Por países de destino, o principal recetor de frutas e hortícolas comunitárias no primeiro semestre do ano foi a Bielorrússia, com 700.605 toneladas, cerca de menos 6,6 por cento em comparação ao mesmo período de 2016, seguido pela Suíça, com 340.524 toneladas (-4,5%) e a Noruega, com 183.215 toneladas (-18%).

Outros países destacados na exportação de frutas e hortícolas comunitárias são a Sérvia, com 122.873 toneladas, Ucrânia, com 94.109 toneladas, O Egito, com 90.317 toneladas e o Brasil, com 83.461 toneladas.

Os valores do primeiro semestre de 2017, com uma queda de vendas comunitárias para países terceiros, mantêm a tendência em baixa, já observada em 2016, quando também se reduziram em nove por cento frente a 2015, com um total de 6,5 milhões de toneladas, o que reflete, segundo a FEPEX, a dificuldade de acesso a novos mercados.

Fonte: Agrodigital

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