Meios de combate a incêndios são reforçados a partir desta quarta-feira

Confagri 15 Mai 2019

Os meios de combate aos incêndios vão ser reforçados a partir desta quarta-feira, passando a estar no terreno 7.606 operacionais, 1.735 viaturas e 21 meios aéreos, um aumento em relação ao mesmo período de 2018.

A Diretiva Operacional Nacional (DON), que estabelece o dispositivo especial de combate a incêndios rurais (DECIR) para este ano, indica que, entre hoje e 31 de maio, o reforço de meios se situa no “nível II”, o primeiro aumento adicional do ano.

Durante este período, vão estar disponíveis 7.606 operacionais que integram as 1.761 equipas e 1.735 viaturas dos vários agentes presentes no terreno, segundo a DON. Nesta fase, os meios aéreos na DON são 38, mas só vão estar operacionais 21, incluindo um helicóptero da Força Aérea que será ativado em caso de necessidade para coordenação aérea.

Fonte oficial do Ministério da Defesa Nacional disse à Lusa que os restantes 17 meios aéreos dependem do cumprimento do Código dos Contratos Públicos e da emissão do visto prévio do Tribunal de Contas, «existindo a expectativa de que os meios aéreos possam estar disponíveis o mais rapidamente possível».

De acordo com a DON, o maior reforço de meios de combate acontece nesta última quinzena de maio, que vai ter um aumento de 21 por cento em relação a 2018, contando este ano o DECIR com mais 288 equipas, 1.316 operacionais, 294 viaturas e seis meios aéreos do que no mesmo período de 2018.

Entre os meios, a DON prevê, para este período, cerca de 2.803 elementos pertencentes aos bombeiros voluntários, 236 operacionais da Força Especial de Bombeiros, 1.213 do Grupo de Intervenção Proteção e Socorro e 930 do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente da GNR, além dos 1.600 sapadores florestais.

No âmbito do DECIR está já em funcionamento, desde o dia 7 de maio, a Rede Nacional de Postos de Vigia, composta por 72 postos de vigia para prevenir e detetar incêndios.

O empenhamento de meios “nível II” entra em funcionamento numa altura em que a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil tem em vigor a aviso à população de elevado risco de incêndio.

Na terça-feira o Governo prolongou a proibição de queimadas até quinta-feira nos distritos de Beja, Bragança, Castelo Branco, Évora, Faro, Guarda, Lisboa, Portalegre, Santarém e Setúbal.

Dados provisórios do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) indicam que este ano registaram-se 2.753 ocorrências de incêndios rurais, que queimaram 5.494 hectares.

Segundo o ICNF, 46 por cento da área ardida diz respeito a povoamentos florestais, 51 por cento a matos e 3 por cento a agricultura. Os meios de combate a incêndios voltam a ser reforçados em 1 de junho, mas é entre julho e setembro, conhecida pela fase mais crítica de incêndios, o período que mobiliza o maior dispositivo, estando este ano ao dispor de 11.492 operacionais, 2.653 equipas, 2.493 veículos e 60 meios aéreos, o maior de sempre, segundo a DON.

Fonte: Lusa

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