Os ministros do Meio Ambiente, na última reunião sob a presidência húngara, debateram a proposta de culturas de organismos geneticamente modificados, a qual proporciona a possibilidade dos Estados-membros decidirem a presença das mesmas nos seus territórios.
A informação mostra os progressos registados nos últimos seis meses de debate, os quais identificam possíveis motivos que os países podem alegar para proibir o cultivo de organismos geneticamente modificados (OGM), clarificou questões sobre a organização mundial do comércio (OMC), entre outros temas.
Os ministros adoptaram as conclusões sobre a estratégia da biodiversidade da União Europeia para 2020, aprovado pela Comissão a 3 de Maio, concentradas na importância dos objectivos da mesma se integrarem em políticas sectoriais, como as reformas em curso da política agrícola comum (PAC); a política pesqueira comum (PPC), e as discussões sobre o quadro financeiro plurianual, para além de darem ênfase à necessidade de garantir a aplicação comum, para desenvolver um instrumento legal de combate às espécies exóticas invasoras e para assegurar o financiamento adequado.
O Conselho aceitou ainda as conclusões sobre a protecção dos recursos de água e a sua gestão sustentável integrada, que incidem no facto da água ter que estar inteirada no resto das políticas comunitárias.
Os responsáveis abordaram também a Comunicação da Comissão “Roteiro para avançar para uma economia competitiva com baixas emissões de carbono em 2050”, publicado a u de Maio de 2011, O objectivo é que em 2050 as emissões de gases com efeito de estufa sejam 80 por cento dos níveis registados em 1990, um fim a alcançar de forma progressiva, com uma redução de 20 por cento em 2010; 40 por cento em 2030 e de 60 por cento em 2040 e incluindo estes intuitos nas políticas sector5iais pertinentes, como a agricultura, transporte e regional.
Fonte: Agrodigital